terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O tempo passa, as memórias amontoam-se

Um dos melhores momentos do ano que acabou há menos de um mês, foi a viagem à Suíça, mais concretamente, em Dezembro de 2010.
Foi um bom momento porque foi passado em família. Família que está longe, e família que estando perto, devia estar ainda mais perto. Sim, P. e R., vocês estão ao virar da esquina, mas por vezes parece uma longa caminhada.
Talvez seja por isso que ultimamente não tenho registado muitas das vossas peripécias aqui.
Mas há duas coisas que me disseram na Suíça, que de vez em quando ainda ecoam no meu ouvido. Aqui vai (para mais tarde recordar e sorrir:

A mãe da P. e do R., antes de embarcarmos, resolveu distribuir uma cábula com o câmbio entre euros e francos suíços por toda a família, crianças incluídas.
Certo dia, o R. dizia à mãe que queria comprar um brinquedo e a mãe recusou sem pestanejar. Furioso, diz o R. ao passar por mim:

- Se a mãe não me dá dinheiro para comprar o que eu quero, para que é que eu preciso desta cábula?!

Também a P. teve um momento de fúria, já não me recordo porquê, mas disse ela ao passar por mim:

-Eh, se ela não gosta de mim, porque é que ela não me vende?!

PS- Porque raio é que os meus sobrinhos passam tanto por mim, sou algum passador?

1 comentário:

orlanda sofia disse...

As mães já não podem incluir a parte cambial na viagem, que são logo mal compreendidas, a cábula é só para informação R., não é para gastar dinheiro, qto á P., não me parece uma boa opção a venda, depois recebia em quê ?Francos suiços, e se o cambio estivesse mal !!!???
O tio é o passador?????, isso não é onde se põe o esparguete , para sair a água? bjs